A vida é cruel tirana, joga com nossas almas a seu bel prazer.
Sempre me perguntei porque... Observava a vida, cada felicidade, cada tristeza. Almoçava assistindo jornal e jantava com o Datena. Aquela desgraça toda me interessava. Parecia que quanto mais perto da morte mais eu entendia a vida. Essa violência meio mórbida, as pessoas lembrando marionetes, todo esse espetáculo me atraia.
Um dia eu entendi. Entendi que a vida sente prazer em nos controlar. Aprendi que pela força podia dominá-la e como era bom....
Era um dia cheio, a vida apoiava todo o seu peso em minhas costas. Nada tinha dado certo e estava prestes a ser despedido. Larguei tudo por fazer, sai de meu escritório e fui à praia. Sentei na areia, tirei o sapato. No meu interior desejava alguma coisa.
Olhando as pessoas passarem, o que eu estava procurando? Ao brilho dos últimos minutos de sol a encontrei.
Que criatura curiosa, sozinha, parada de frente para o mar, também de pés descalços. Com as havaianas na mão, a canga marcando o quadril, parecia que tinha saído de um comercial.
Eu a queria, a desejava, a precisava... Mas ela não me queria. Ia querer a mim? Era a vida brincando comigo, colocando tamanha beleza em minha frente. Pra que? Para provocar?
Não podia deixá-la zombar de minha cara.... Despertou em mim um monstro, sedento por aquela garota.
Fui me aproximando como um animal que espreita a caça. Olhando cada movimento, sentindo seu cheiro, como era gostosa, seios firmes, bunda...ah, a bunda...já tinha decidido por onde começar...
Já estava escuro e não havia ninguém ao redor. Ela não me notava. Cheguei ao seu lado e disse que o paraíso deveria ser o mar que ela olhava. Ela assustou e me olhou, logo seu olhar me reprovou. Virou as costas, segurei seu braço. Olhou brava, sorri. Procurou alguém, perguntei irônico, já vai? Tentou soltar o braço, puxei-a abruptamente para o meu corpo. Senti cheiro de medo.... excitei-me como num estalo.
Meu coração batia rápido, o dela também. Com a respiração ofegante, ela ia gritar, a beijei com força, ela me mordeu! Pra que tanta agressividade, vamos conversar, como você chama?... Chutou meu saco, a dor era insuportável... ela tentou sair correndo, agarrei seu calcanhar e ela caiu. Ganhei. Montei nela como a uma égua, arranquei a canga, rasquei o biquíni. O cheiro de medo exalava mais forte. Como ela era gostosa... No começo fui apenas me esfregando nela, desci com o rosto até sua bunda, enfiei minha cara e lambi o cu. Ela lutava, batia as pernas, o meu tesão só aumentava. Tentei acalmá-la jogando meu corpo em suas costas, ela soltou um gemido fraco, senti que perdeu o ar. Envolvi meu braço ao redor de sua cintura e puxei-a comigo para cima, ficamos de quatro. Enfiei meu pau no seu cu e mandei ver. Ela chorava com desespero, metia com mais força. Segurei seu cabelo puxando-os com força para trás. Dominei ela, comia com toda ânsia.
De repente ela parou de chorar, cortou meu frenesi, o que foi, não incomoda mais? Tirei meu para fora e a joguei no chão de frente para mim, arranquei a parte de cima do biquíni, que peitos, ah.... comecei a apertar seus peitos com uma mão e com a outra enfiava os dedos em sua buceta, quanto mais melhor. Ela tentou tirar me fazer parar, olhei no fundo de seus olhos, cheios de pavor, o monstro ficou mais feroz. Agarrei suas mãos e fui lambendo as partes que alcançava, rosto, boca, pescoço, estava toda suja de areia, cheguei no bico do peito, o lambi grotescamente e o mordi com fúria, ela soltou um grunhido agudo, misto de choro e de dor, que prazer!...
Continuei pressionando o biquinho com os dentes e meti meu pau dentro de sua buceta. Senti a água fazer o mesmo movimento frenético e violento de vai e vem.
Desliguei por instantes e compreendi o porque... a vida sabe a satisfação de ter poder, nos extorquindo, estuprando nossos corpos, como brincadeira de criança....
Gozei! Gozei... a abracei e deixei meu corpo cair sobre o seu, ela suspirou e ao que pareceu desmaiou. Permaneceu estendida, imóvel, olhos abertos e meio mortos.
Algum tempo se passou, levantei, vi que ela tinha rasgado mina camisa, a joguei no chão. Não encontrei meus sapatos mas prossegui andando pela água gelada.
O monstro que acordou nunca adormeceu. Sigo muito feliz em sua companhia.
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